quinta-feira, 19 de julho de 2012

TCE divulga salário de servidores





O Tribunal de Contas do Estado já disponibilizou a folha de pagamento de todos os seus servidores.A publicação segue as normas da nova legislação sobre transparência nos negócios públicos e a folha será divulgada nos mesmos moldes que fez o STF. Estão disponibilizados os salários de todos os seus servidores, inclusive Presidente e Conselheiros. A tabela será reajustada mensalmente e está disponível no site do TCE.
O maior salário citado no mês de junho entre os conselheiros é de Arthur Cunha Lima, ex-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba. Ele tem remuneração bruta de R$ 54.458,39. O valor corresponde ao cargo de conselheiro, ao acúmulo da função de Presidente da 1ª Câmara, e também a um item descrito como vantagens transitórias (Substituição + 1/3 Férias + Diferenças Salariais). Co os descontos, o ex-deputado recebe R$37.581,70.


                                          Confira os salários dos conselheiros
André Carlos Torres Pontes - Total bruto R$27.735,26 - Desconto Obrigatórios R$8.094,84 - Total Líquido - R$18.628,29
Antônio Nominando Diniz Filho - Total Bruto R$24.117,62 - Descontos Obrigatórios - R$7.663,42 - Total Líquido R$16.454,20
Arnóbio Alves Viana - Total Bruto - R$27.735,26 - Descontos Obrigatórios - R$8.379,94 - Redutor Constitucional - R$1.012,13 - Total Líquido - R$18.343,19
Arthur Paredes Cunha Lima - Total Bruto R$ 54.458,39 - Descontos Obrigatórios R$15.864,56 - Redutor Constitucional - R$1.012,13 - Total Líquido - R$37.581,70
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira - Total Bruto R$27.735,26 - Descontos Obrigatórios - R$8.470,45 - Redutor Constitucional - R$1.012,13 - Total Líquido R$18.252,68
Fernando Rodrigues Catão - Total Bruto R$30.388,19 - Descontos Obrigatórios - R$8.425,19 - Redutor Constitucional - R$1.012,13 - Total Líquido R$20.950,87
Umberto Silveira Porto - Total Bruto R$30.674,80 - Descontos Obrigatórios - R$8.723,49 - Redutor Constitucional R$1.012,13 - Total Líquido - R$20.939,18

Fonte: Tambau 247
Postado Por:Edson Silva

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Anatel decide suspender vendas de Claro, Oi e TIM





  A Anatel decidiu suspender a partir desta quarta-feira a venda de chips de três das maiores operadoras de telefonia móvel do país: TIM, Oi e Claro.
Somadas, as três empresas têm cerca de 70% do mercado de telefonia móvel no país -- Claro (24,59%), Oi (18,59%) e TIM (26,88%).
Folha apurou que as vendas ficarão interrompidas até que elas apresentem um plano de investimento para os próximos dois anos, com metas para resolver problemas na qualidade dos serviços prestados aos consumidores.
Os técnicos da Anatel trabalhavam, nesta manhã, com previsão de impedir a venda e a ativação de novas linhas pela TIM em cerca de 15 Estados, pela Oi em 6 e pela Claro em 3.
A medida, que deve ser anunciada pela Anatel nesta tarde, em coletiva à imprensa, foi motivada pelo índice de reclamação dos consumidores sobre essas três empresas.
A Vivo, que é a maior operadora do país, não será afetada. Todas as operadoras, porém, serão obrigadas a melhorar os serviços.
A Anatel tomou a decisão após avaliar dados das empresas pelos últimos seis meses. Um dos maiores problemas é que as chamadas são interrompidas no meio do telefonema.
O plano que as empresas serão obrigadas a apresentar deve considerar: melhora na infraestrutura; no atendimento ao consumidor; completamento de chamada.
Folha apurou que a Anatel deve ingressar com medidas cautelares em cada Estado e individualizada por operadora para suspensão dos serviços.
Há pouco mais de uma semana, a Folha antecipou que a agência pretendia executar medida contra a TIM, devido ao grande número de queixas dos consumidores.
A agência, no entanto, decidiu, antes de aplicar a sanção, aprofundar estudos sobre os casos de outras empresas de telefonia.
Na ocasião, o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) disse que a proibição das vendas deveria ser "o último recurso" na tentativa de colocar uma companhia de volta nos trilhos.
As ações da TIM caíram 7,55% após a ameaça de suspensão nas vendas.

Postado:Edson Silva
Fonte:www.clickpb.com.br

terça-feira, 17 de julho de 2012

Mulheres são 80% das vítimas de tráfico de pessoas no Brasil



  Um dos desafios da SPM é garantir o direito de ir e vir das mulheres, ainda que elas tenham deixado o país para se prostituir. Na Espanha, Itália e Portugal já existe o Ligue 180, uma luz no fim do túnel para as vítimas
Oitenta por cento das vítimas de tráfico humano são mulheres. No Plano de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, cada órgão público envolvido tem atividades específicas, mas a Secretaria de Proteção às Mulheres (SPM) tem demandas maiores devido a essa estatística. Um dos desafios é garantir o direito de ir e vir das mulheres, independentemente do que elas vão fazer fora do país ou de seus estados.

“Sim, porque se a pessoa decidir se prostituir, ele precisa ter esse direito resguardado”, disse a secretária nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres da SPM, Aparecida Gonçalves. Como muitas acabam envolvendo-se em situações de exploração, a atenção da secretaria também está voltada ao retorno da vítima ao país, no direito que ela tem de ser acolhida pelos serviços de atendimento às pessoas em situação de violência. Dados mais precisos sobre o crime fogem ao controle do governo federal porque as mulheres atendidas entram para as estatísticas municipais, já que o atendimento é feito nas cidades, e não há muita fluência nas informações.
“Temos trabalhado para qualificar e preparar os serviços de atendimento, como os Creas (Centros de Referência Especializados de Assistência Social) e outros que possam atendê-las quando elas retornam, dando a acolhida necessária”, detalha Aparecida. Quando as vítimas chegam do exterior e procuram ou são encaminhadas ao posto de atendimento, seja no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) ou do Rio de Janeiro, por exemplo, elas são destinadas para onde desejam, o que pode ocorrer imediatamente, do aeroporto mesmo, de acordo com o que a equipe local apurar da necessidade. “A mulher vai ser enviada para a cidade que quiser e lá vai encontrar a equipe e o serviço para atendê-la. “Esta é a construção que estamos fazendo para acolher as mulheres vitimadas”, diz.

Ligue 180

Uma ferramenta que tem auxiliado, uma pérola dentro do programa de enfrentamento ao crime, é o Ligue 180 internacional. Feito em parceria da SPM com a Polícia Federal, o atendimento foi criado para recebimento de ligações de denúncias feitas da Espanha, Itália e Portugal. Este ano, deve ser ampliado para mais países. As ligações começaram a partir de janeiro, e têm se mantido na média de 18 por mês desde então. “O que a gente avalia é a dificuldade de as pessoas se encorajarem a ligar para denunciar. Além disso, a campanha de divulgação ainda não começou de fato. Ainda não conseguimos produzir material para colocar nas mídias locais, nas rádios, é um processo que vai sendo desenvolvido aos poucos”, explica Aparecida.
Além do tráfico de pessoas, a secretaria também lida com casos de mulheres que se casaram com estrangeiros e os maridos tornaram-se agressores, e elas não conseguem sair do país porque não detêm a guarda do filho, por conta da Convenção de Haya sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças, que coíbe o deslocamento internacional de menores. “Temos as mulheres falando sobre violência doméstica que elas sofrem nesses países. Querem apoio, saber de que forma o governo brasileiro pode ajudá-las. Nos casos de tráfico elas querem ajuda, querem voltar, querem apoio do consulado para que tenham proteção na volta”, observa Aparecida.
A secretária relata que recentemente chegaram de volta ao país mulheres que receberam todo o acompanhamento desde a iniciativa de denunciar pelo Ligue 180. Segundo Aparecida, foram dois casos do Maranhão, dois do Pará e um de Goiás.

Modus operandi das quadrilhas

Os aliciadores agem de acordo com a exigência do cliente, que é muito variável, a tal da lei da oferta e procura. Entre 2006 e 2007, por exemplo, ocorreu o "ciclo das goianas". Os criminosos procuravam por morenas com traços indígenas. “No ano passado, a procura foi maior no Amazonas, por índias, e eles vão trocando rapidamente os ciclos. Se a PF e o governo fecham o cerco na região onde os aliciadores estão agindo, eles trocam de lugar”, afirma Aparecida.
Além disso, a preferência varia de acordo com o país. Segundo Aparecida, os italianos gostam de travestis. Os espanhóis gostam mais das morenas de Goiás. Alemães gostam mais das nordestinas. “A cada quadrilha, a cada aliciador, um perfil de mulher diferente.”
A SPM sabe que existe uma grande rede de aliciamento, mas não sabe informar o tamanho porque cada uma tem uma metodologia  particular. Aparecida diz que elas usam pessoas que foram aliciadas como iscas. “Investem para que a pessoa que viajou mostre que se deu bem na vida. Daí, ela vem para o Brasil e leva outras pessoas da própria família.”
Na abordagem dos aliciadores, as mulheres, que desconhecem o risco do tráfico, aceitam o trabalho. Mas, na verdade, elas aceitam ser prostitutas, até porque em muitos países prostituição não é crime. “Elas pensam: ‘Eu tô indo para fazer programa, para dançar em boate’, mas o que encontra vai muito além disso”, conta a secretária.
Aparecida diz que o importante é que mesmo que ela tenha aceitado ir para qualquer país para ser prostituta, ela não aceitou ter o passaporte apreendido, não aceitou ficar presa. Ela não supunha que ficaria sem se comunicar com ninguém. Ter de consumir droga, álcool. Aí se caracteriza o tráfico. “Ela não pensava em fazer quinze, vinte programas por dia e ficar sem o dinheiro. Ela aceita ser prostituta, mas não ser explorada sexualmente

Postado Por:Edson Silva
Fonte:Luizcouto.com

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Homossexualismo tem Cura?





O Congresso debate proposta para “curar “ homossexuais  a câmara dos deputados  está discutindo um Projeto  de lei quer  busca  autorização para que psicólogo  proponha tratamento para homossexualidade.O debate gera criticas de entidades ligadas a movimentos contra a homofobia   e  ao conselho Federal de psicologia(CFP), que atualmente veta que profissionais da área tratem a homossexualidade como transtorno psíquico.

O motivo da audiência é,em si, uma contrassenso,pois tenta interferir na decisão de um conselho profissional legalmente instituído interferir na decisão  de um conselho profissional legalmente instituído afirma o presidente do CFP,Humberto Verona.”Na opinião do Conselho da organização mundial da Saúde (OMS)e de todos os Órgãos competentes a homossexualidade  não é doença,desvio ou qualquer tipo de perversão.

O Projeto de  decreto legislativo nº 234\2011 , de autoria do deputado João  Campos (PSDB-Goiás) quer  suprimido  dois pontos  da  resolução  da  CFP criada  em  1999.No   documento, a entidade  proíbe os profissionais  de colaborar com “eventos  e serviços que proponham  tratamento de Cura das homossexualidade e de reforçar os preconceitos  sociais  existentes  em relação  aos homossexuais  como  portadores  de qualquer  de desordem  psíquicas “.O Conselho Federal  de Psicologia  publicou um nota   no  jornais repudiando  a iniciativo do Parlamentar .

Fonte:Jornal Contraponto
Postado:Edson Silva



PB é o 4º em homicídios contra mulheres







  
   Os Estados com as taxas mais elevadas de violência contra as mulheres são o Espírito Santo, Alagoas e o Paraná, respectivamente com taxas de 9,4, 8,3 e 6,3 homicídios para cada 100 mil mulheres. A Paraíba ocupa o 4º lugar nacional neste ranking de homicídios, com uma taxa de 6,0 assassinatos para cada 100 mil mulheres. De acordo com dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, a violência contra as mulheres faz do Brasil o 7º em “feminicídio” num ranking de 84 países, atrás de El Salvador, da Guatemala, Rússia e Colômbia.

Em 30 anos, mais de 91 mil mulheres foram assassinadas no País. De acordo com dados da Secretaria deEstado da Segurança e Defesa Social (Seds), em 2011, 146 mulheres foram assassinadas na Paraíba.

Só nos primeiros seis meses de 2012, foram contabilizados 80 crimes de homicídio contra mulheres. As estatísticas oficiais, entretanto, não conseguem tipificar quais crimes são de gênero e quais são considerados crimes comuns. Os números assustam até mesmo os especialistas.

No fim de junho, a relatora especial da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre violência contra a mulher, Rashida Manjoo, afirmou ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, que mais mulheres e meninas estão sendo assassinadas pelos parceiros ou familiares. Segundo Manjoo, a violência de gênero atingiu proporções “alarmantes”. De acordo com o relatório, enquanto a maioria dos homens é assassinado nas ruas, no caso das mulheres, na maior parte das vezes, esse crime ocorre em casa.

Uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que no Brasil 29% das mulheres relatam ter sofrido violência física ou sexual pelo menos uma vez na vida. Destas, 25% não contaram a ninguém sobre o ocorrido e 60% sequer saíram de casa por uma noite em razão da violência. Menos de 10% das mulheres pesquisadas recorreram a serviços especializados de saúde ou segurança. A experiência internacional nessa área indica que, em média, a mulher leva 10 anos para pedir socorro.

Papel do Estado

De acordo com a secretária de Estado da Mulher e Diversidade Humana, Iraê Lucena, o trabalho é realizado de forma integrada com as secretarias de Saúde e Segurança e Defesa Social para reduzir os índices de violência contra a mulher. “Dentro da área de Saúde, foi integrado o enfrentamento à violência contra a mulher. Também criamos o Fórum Estadual de Organismos Governamentais de Políticas para Mulheres, que possui 20 organismos de apoio em municípios que não tinham nenhuma referência. Instalamos a Casa Abrigo, que hoje funciona normalmente, atendendo mulheres com a ajuda de uma equipe integrada com profissionais de várias especialidades”.


Postado Por:Edson silva 

Fonte:PB Agora