sábado, 7 de julho de 2012

O governo Manda Corta Salário dos Grevistas


    

    O    ministério de planejamentos, orçamento e gestão (MPOG) determinou ontem o corte salarial dos professores e servidores federais em greve da universidade federal da Paraíba (UFPB), da universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e do instituto federal de educação, ciências  e tecnologia (IFPB).
     A greve dos docentes já dura 48 dias e governo de acordo com o representante do comando local de greve de UFPB, Marcelo Sitcovsky, o secretario de recursos Humanos do Mpog, Sérgio Mendonça, enviou um oficio a todas as instituições federais, solicitando o corte do ponto trabalhista dos grevistas.


Postado Por:Edson Silva
Fonte:Jornal Correio da Paraíba 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Eleições Municipais



   A  três messes das Eleições  2012,  Candidatos a prefeito,vice-prefeito e Vereador  de todo  o país ,iniciaram hoje(6)  a corrida  nas ruas e nas redes para garantir uma vaga  nas eleições    municipais do corrente ano ,Na largada para a propaganda eleitoral,os Candidatos  aos Cargos públicos  estão autorizados a promover comícios a usar carros de som  e tentar atrair os eleitores pela internet .
 A propagando em programas de TV e Radio  só poderão começar no dia   de 21 de Agosto .
Estarão proibidas,a exemplo da eleições passadas ,pelo tribunal superior eleitoral ,as campanhas em anúncios em outdoors,show-micius,e ate mesmo a participação de artistas  com o objetivo de animar  comícios e reuniões eleitorais

Postado Por:Edson  Silva 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

PAC 2: Paraíba terá mais de R$ 21 milhões investidos na construção de UPAS



   O Governo Federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC 2, vai investir 880 milhões de reais nos serviços de atenção básica do Sistema Único de Saúde, o SUS, em todo o País. Na Paraíba, a população vai contar com quatro novas de Unidades de Pronto Atendimento, as UPAS. Além disso, 153 Unidades Básicas de Saúde – os conhecidos postinhos de saúde – vão ser ampliados no estado.
O investimento total na Paraíba é de aproximadamente 21 milhões e meio de reais. Os recursos vão ser liberados pelo Ministério da Saúde e, de acordo com o ministro Alexandre Padilha, os investimentos devem garantir mais qualidade ao atendimento à população.
"Com essa nova política de investimento, o Ministério busca ajudar os estados e municípios a darmos ao conjunto da população brasileira um atendimento de mais qualidade no Sistema Único de Saúde. Agora a obra e a execução estão com os prefeitos e com os governos estaduais. O ministério da Saúde estará junto com cada um deles para que esses recursos virem atendimento de qualidade para a população brasileira", declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
As quatro novas UPAs da Paraíba vão ser construídas em Campina Grande, Cuité, Picuí e Serra Branca. De acordo com o secretário de saúde do estado, Waldson de Souza, as Unidades de Pronto Atendimento são fundamentais para reorganização da rede de urgência e emergência.
"Elas têm a melhor avaliação de acesso. Então, a gente está facilitando o acesso à população a serviços importantes de urgência e emergência; está produzindo uma interlocução muito boa com a rede hospitalar estadual e também dos municípios em uma interface que antes havia dificuldade, porque os casos mais simples eram todos direcionados diretamente aos hospitais e isso sobrecarregando a porta de hospitais importantes. Então, essas UPAs dão uma organizada nesse perfil da atenção à saúde aqui no estado da Paraíba e fazem com que a gente possa dar mais tranquilidade, mais confiança e mais credibilidade ao serviço publico em geral", disse o secretário de saúde da Paraíba, Waldson de Souza.
É nas UPAS 24 horas que a população recebe atendimento de urgência e emergência de médio risco para vítimas de acidentes e problemas cardíacos, por exemplo. Já nas Unidades Básicas de Saúde, a população recebe acompanhamento, serviços de prevenção e promoção da saúde. É onde ocorrem as campanhas de vacinação, as consultas de pré-natal, cuidados com a saúde de diabéticos e hipertensos.
Postado:Edson Silva
Fonte:Portal Correio 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Programa de Proteção à testemunha na Paraíba


Procuradoria da República na Paraíba





  A Paraíba tem mais de dez anos de atraso na implantação do Provita. Também não há Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos



 Ministério Público Federal (MPF/PB) realizou audiência pública na semana passada para discutir a efetiva implantação do Programa de Proteção às Vítimas e Testemunhas (Provita), bem como do Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos (PPDDH) no estado. A Paraíba conta hoje com mais de dez anos de atraso na adesão ao Sistema Nacional de Proteção às Vítimas e Testemunhas, criado pela Lei nº 9.807, de 1999, e que começou a ser implantado nacionalmente no mesmo ano de criação. 

Na audiência, foi informado ao MPF que a adesão do estado estava quase completa, na dependência apenas de documentos a serem enviados pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH). No entanto, em contato posterior com este órgão, verificou-se que a informação não procedia. O estágio de adesão da Paraíba é bastante preliminar, não tendo havido sequer uma reunião oficial com o estado acerca do convênio de adesão.  

O procurador Regional dos Direitos do Cidadão na Paraíba, Duciran Farena, que convocou a audiência, recebeu com preocupação a informação de que a implantação do Provita na Paraíba ainda se encontra em estágios muito preliminares. Segundo o procurador “o programa é fundamental para a investigação criminal, pois sem ele as testemunhas não sentem segurança para depor ou denunciar, especialmente em casos de ação de grupos de extermínio com participação de agentes do estado, como é o caso da Paraíba.”

Além disso, conforme Duciran Farena, a ausência do Provita sobrecarrega órgãos que não estão adaptados para proteger gente e impede a prioridade de tramitação de processos e inquéritos com testemunhas protegidas prevista na Lei nº 12.483, de 2011. Conforme a Secretaria de Direitos Humanos, a Paraíba é prioritária para a implantação do Provita pelo número de demandas originadas no estado. 

Na audiência foram relatadas situações de pessoas que precisam da cobertura desses programas. Segundo a ouvidora da Polícia, Valdênia Paulino, em muitos casos ela teve que providenciar pessoalmente para que a pessoa tivesse um lugar para se esconder. "Muitos policiais e delegados concursados por vezes pagam do próprio bolso o afastamento da testemunha para evitar o pior, mas sabem que isso não garante proteção nem contribuição efetiva dessas testemunhas à investigação".

A audiência pública contou com a presença de representantes do governo do estado, Conselho Estadual de Direitos Humanos, Centro de Referência em Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba, ONGs envolvidas com o tema, como a Dignitatis, além de representante do gabinete do deputado federal Luis Couto, dentre outros participantes. 

Nova audiência, desta vez com a presença de representante da Secretaria de Direitos Humanos, será marcada para o final de julho. 

Postado Por:Edson Silva  

Fonte:Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República na Paraíba


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Os católicos Na Paraíba


  
  A Paraíba é o terceiro Estado do Brasil em número de católicos. É o que revela o Censo 2010, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira (29).

Segundo os dados, a Paraíba possui 77% de católicos, 15% de evangélicos, 2% de outras religiões e 6% da população declarou não ter religião.

Em distribuição por Estados, a Paraíba perde apenas para o Piauí (85% de católicos, 10% de evangélicos, 2% outras religiões e 3% sem religião) e para o Ceará (79% de católicos, 15% de evangélicos, 2% outras religiões e 4% sem religião).

Ainda segundo os dados do Censo, a religião perdeu 1,7 milhão de adeptos entre 2000 e 2010. Com o recuo, o número de católicos no país chegou a 123,3 milhões - 64,6% da população. Até 1970, essa proporção superava os 90%.

De acordo com o Censo, a proporção de católicos seguiu a tendência de redução observada nas duas décadas anteriores, embora permaneça majoritária. Em paralelo, consolidou-se o crescimento da população evangélica.

A pesquisa indica também o aumento do total de espíritas, dos que se declararam sem religião, ainda que em ritmo inferior ao da década anterior, e do conjunto pertencente às outras religiões.

Postado Por:Edson Silva


 Fonte:Portal Correio